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Conheça 16 itens estranhos que médicos já acharam dentro de vaginas. Pode parecer estranho mas é sério!

A vagina é um órgão impressionante, mas ainda assim sensível, o que torna muito perigosa a inserção de objetos impróprios nela. É o caso, por exemplo, de qualquer item usado para obter prazer sexual que não tenha essa finalidade específica, como alimentos e outros.

O banco de dados da US Consumer Product Safety Commission, que registra casos de pacientes em pronto-socorros nos Estados Unidos, revelou uma lista de estranhos itens encontrados na vagina. 


Objetos retirados por médicos da vagina de pacientes

O documento, publicado pelo jornal britânico Daily Mail, traz casos bizarros de itens que vão desde objetos sexuais até celulares e fones de ouvido.

As justificativas para o ato foram variadas e incluem busca por prazer sexual, tentativa de conter a menstruação e até mesmo inserção dos objetos pelo parceiro sem o consentimento da mulher.

A maior parte dos itens ultrapassou a capacidade da vagina e ficou preso, o que explica a necessidade da busca por ajuda médica imediata.

Veja a lista:
  • Sabonete perfumado
  • Tampa de desodorante
  • Tampa de garrafa
  • Anel peniano com rebites
  • Bolas de silicone
  • Bola
  • Refletor de bicicleta
  • Esponja
  • Fones de ouvido
  • Toalha quente
  • Dinheiro e telefone
  • Argila
  • Castiçal
  • Pirulito
  • bolas de pedra
  • Varinha de brinquedo

Existem riscos, quais são? 

A introdução de objetos inadequados na vagina ou no ânus pode trazer diversos problemas de saúde.

O material insólito pode machucar a mucosa dos órgãos e causar uma hemorragia séria. Outra preocupação é quanto ao risco de infeções, que aumenta significativamente com a penetração por materiais variados.

Ainda há chance de piora de doenças sexualmente transmissíveis já existentes, já que os anticorpos destinados a combater a infeção teriam de se preocupar com a eliminação do corpo estranho.

Objetos para fins sexuais

Para evitar as graves consequências, o ideal é apenas inserir objetos na vagina que sejam criados para tal finalidade, como brinquedos sexuais e absorventes internos, e em conformidade à instrução de uso do fabricante.

No caso da relação afetiva, o ginecologista Eliano Pellini, chefe do setor de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC, aconselha ao casal que utilizou objetos inadequados na prática sexual ou em outro momento a consultar um médico para verificar se não houve prejuízos íntimos.



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